quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mochilada Real - V


A serra do cipó é uma das sete maravilhas da Estrada Real. É também um complexo natural exuberante, um dos mais importantes do mundo, com variedade de flora das mais diversificadas do planeta. Está a 90km a nordeste de Belo Horizonte, próxima a Lagoa Santa, ao sul da Cordilheira do Espinhaço.

O parque nacional da Serra do Cipó tem mais de 100.000 hectares com cerrados, bosques, rios, muitas cachoeiras, cavernas, sítios arqueológicos e canyons. É grande e variado o suficiente para ocupar meses com aventuras e trilhas deliciosas.


As rochas arenosas tem origem marinha, formadas há mais 1,7 bilhões de anos! Tem várias espécies exclusivas, muitas ameaçadas de extinção. Todo o terreno tem um valor inestimável para a arqueologia.

As trilhas, de até 12km, podem ser percorridas a pé, de bicicleta ou a cavalo. Levam os visitantes por um terreno de altitudes bastante variável, paisagens de inundar a alma, riachos límpidos e levam a cachoeiras  magníficas e cavernas misteriosas.



O cenário é sempre de tirar o fôlego. Horizonte verde, acidentado, cinematográfico. É de expandir o coração com o tamanho dos vales que a vista alcança para ter espaço de se emocionar.

Seja lá qual for seu meio de transporte, alguns itens são indispensáveis, assim como a mochila Risca para os levar. Não deixe os dias escorrerem da sua vida sem se dar de presente um passeio desse ;-)





terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sestini no BrandsClub

A licenciada Sestini aportou no Brandsclub.

E entre as bolsas e mochilas estão as mochilas que a Sestini fabricou com estampas Risca.

Os produtos ficam disponíveis só até sexta feira, 03 de fevereiro, com até 70% de desconto!
Como essas lindas mochilas Risca Goodies.


E essas mochilas Risca escolares bordadas.

É necessário se cadastrar no site para ver todos os produtos e promoções. Não deixe de conferir!



sábado, 21 de janeiro de 2012

Mochilada Urbana





O Museu Catavento foi instalado no Palácio das Indústrias, esse prédio lindo que foi construído em 1911. O Museu é todo interativo, muito instigante. Tem seu acervo riquíssimo distribuído em 4 seções: Universo, Vida, Engenho e Sociedade. Entre suas atrações, há crânios pré-históricos, um meteorito que caiu no nosso planeta há seis mil anos (para você tocar a peça alienígena), trens centenários, avião da segunda guerra mundial, e muitas peças que ilustram os mais variados e interessantes assuntos, como o solo lunar, o mapa do universo, cavernas, centro da terra, o corpo humano, a vida nos oceanos, ilusões, nanotecnologia, laboratório de química, etc. Na seção de Engenho, por exemplo, é possível tocar uma bobina eletromagnética e ficar com os cabelos espetados, ou se enfiar dentro de uma bolha de sabão gigante.

O Catavento comemora agora seu 3º aniversário esse mês e tem apresentações especiais para comemorar a data, de acordo com informações do site:

27.03 – Apresentação Musical Camerata Cantareira
Grupo formado por instrumentistas de cordas do Curso Superior de Música da Faculdade Cantareira.
28.03 – Apresentação Musical Coral da Gente – Instituto Baccarelli
Em tom descontraído e com um repertório vasto, os jovens da comunidade de Heliópolis cantam música popular para embalar a plateia.
29.03 – Apresentação Musical Banda Guarda Civil Metropolitana
A Banda da GCM encanta a plateia com músicas populares e trilhas sonoras de filmes.
30.03, 31.03 e 01.04 – Espetáculo O Náufrago
O Náufrago é um show muito especial, onde as crianças participam de um excelente momento de diversão se tornando pequenos cientistas e descobrindo que o que muitas vezes parece “mágica” na realidade é Ciência.

É aberto de terça a domingo, com entrada das 9h às 16h , entrada a R$6,00. O Catavento está no Parque D. Pedro II, no centro da cidade de São Paulo, entre a Av. do Estado e a Av. Mercúrio, em frente à Casa das Retortas e próximo ao Mercado Municipal.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Cidades - uma reflexão



O mochileiro urbano é figura onipresente nas grandes cidades. Afinal, qualquer cidadão circulando pelo sistema venoso dos grandes centros é suspeito de ser um. Transitamos por esse gigantesco labirinto com pressa, cumprindo as tarefas do dia-a-dia, indo e vindo do trabalho, da escola, da faculdade. E trazendo e levando pessoas de e para esses lugares. Variavelmente, em dias diversos, nos tornamos outro tipo de transeunte ao percorrer os mesmos caminhos de asfalto e trilhos para visitar e conhecer a cidade que nos abriga e nos ocupa. Não podemos ceder ao maniqueísmo de só enxergar o stress da metrópole versus a paz do campo. Há tensão no interior também, assim como há deleite e intimismo nas grandes cidades. Duvida? Basta procurar e saber aonde ir.


Para nós, o mundo é o que enxergamos através de nossos olhos humanos, parciais. Nós o reconhecemos e o organizamos através de nossas próprias medidas. E assim como indivíduos são completamente diferentes entre si, tornamos cada pedaço do planeta um microcosmo que nos espelha. Quanto maior concentração de pessoas, maior a concentração de variedade.

Nossa espécie percebe o mundo, o interpreta e o molda de acordo com nossas capacidades perceptivas, interpretativas e nossos modos de interferir. Andar por uma cidade é viajar por uma miríade de pequenos mundos, produtos de intervenções de numerosos cidadãos que nela moraram, viveram, perceberam e influenciaram. Engana-se quem pensa que passa por essas paisagens sem interferir, sem contribuir. Há forças diversas, emanando de pessoas diversas, disputando influências muitas vezes opostas.

Nossa civilização cresceu nessas estruturas de metal e concreto. Estamos na adolescência do progresso, no ponto crucial do desenvolvimento em que temos que tomar grandes decisões até agora adiadas. As cidades se expandem, multiplicando mundos, alterando o meio ambiente. Não podemos perder o contato com a natureza ou destruí-la, tampouco devemos negar nossa simbiose com a cidade, resultado da natureza humana, além de fator influente nessa mesma natureza, como um ciclo. Começamos a entendê-la há alguns séculos. Precisamos cultivar o que de melhor a cidade nos oferece. A cidade precisa de nossa interferência. E para que nossa intervenção seja aceita, temos que fazer da cidade uma construção que inclua todo mundo. Uma cidade que exclui é o mais prejudicial tipo de erva daninha feita de concreto que plantamos na face do planeta. Para isso: mochila nas costas, pé no asfalto. Vá conhecer sua cidade. Ela é feita por você e você é feito por ela.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mochilada Real - IV




A Gruta Lapinha, localizada em Lagoa Santa, é uma das sete maravilhas da Estrada Real. Um verdadeiro templo geológico, a gruta é uma escultura natural de beleza inspiradora. Com 511 metros de extensão, 40 de profundidade, a gruta tem 15 salões que podem ser visitados pelo público. As rochas de formato extraordinário dão nomes aos salões, como o Salão da Catedral, gigantesco salão decorado com formas das mais interessantes, insinuando uma grande catedral barroca no interior da rocha. O salão dos índios leva esse nome por causa das rochas esculpidas pelo vento que formam desenhos de faces que parecem indígenas.

No salão da Cascata, considerado o mais bonito, a rocha lembra uma cascata de águas congeladas numa fotografia de pedra, formada por milhares de estalagmites. Nos corredores e nos salões, formas insinuam-se sobre as cabeças dos visitantes, como nuvens sólidas desenhadas por séculos de labuta da água e do calcário.

Um dos salões leva o nome de Peter Lund, o famoso e importante cientista descobridor da caverna.
As visitas são diárias, das 9h30 às 17h. A caverna é iluminada para que os turistas não percam nenhum detalhe. Escadas com corrimão tornam todo o ambiente muito acessível. E então, que tal a sombra da rocha refrescante como destino de passeio? Vamos lá, mochila Risca, câmera, repelente, água e protetor solar.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Livros e Mochilas - simbiose prazerosa

A compactação do livro atingiu limites inimagináveis até um século atrás. De numerosas e pesadas tábuas de cerâmica para rolos de papiro, eles passaram finalmente a serem encadernados com papel em pesados tomos com capa de madeira, depois de couro, enfim de papel até atingirem o tamanho pocket. Então desapareceram do "mundo físico" e cada livro passou a pesar o que pesam alguns bites.

Estamos na era dos e-books, inovação necessária e incontornável. Carregamos grandes bibliotecas num pequeno cartão de memória, ou no próprio leitor eletrônico.

Sim, ainda há os nostálgicos (não nos excluímos) que ainda gostam de folhear um livro impresso, sentir seu peso, seu cheiro, as marcas da leitura. E há também aqueles que não têm escolha: seja por ainda não terem um leitor de e-books em mãos (afinal, somente agora eles estão começando a se popularizar no Brasil), seja por precisarem andar pra cima e pra baixo com volumes de livros acadêmicos para pesquisa e estudo.

É por essas e outras que a mochila ainda é um dos aparatos tecnológicos físicos mais inestimáveis. Seja pra levar os livros do curso, seja para levar os de literatura e poesia para todo canto, para aproveitar as brechas dos dias e recuperar a leitura atrasada, nas filas, no metrô, no trem.

O que não podemos é deixar de levar conosco algum bom livro. Impresso em tinta de verdade ou em tinta eletrônica, gravado em bites numerosos nos nossos igualmente inestimáveis leitores eletrônicos. Ambos, aliás, precisam de uma boa, confortável, resistente e bonita mochila, que combine com o leitor, é claro.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Punk Princess

Você conhece o estilo Punk Princess?

Assim como Elvis é o "Rei do Rock 'n' Roll" e Iggy Pop o "Padrinho do Punk", Avril Lavigne é considerada a "Princesinha do Punk". Estes apelidos honoríficos definem atitude e estilo característico das personalidades a que são atribuídos.


O Punk propriamente dito surgiu em Berlim, na década de 70 e teve como grande expoente a ex cantora lírica Nina Hagen.

A moda não é só uma questão de gosto pessoal, mas um sistema que acompanha a passagem do tempo e o modo de pensar de cada época, de acordo com um contexto maior: político, social e psicológico. O visual de Nina tinha tudo a ver com o momento em questão, uma rebeldia que refletia a ansiedade por mudanças sociais, como a queda do muro de Berlim.

Veja aqui o visual agressivo de Nina e seus talentos vocais na interpretação de New York, New York


Já em tempos atuais, a força punk foi atenuada pelo romântico/girlie/princess, criando o Punk Princess, que é caracterizado pela predominância de rosa fluor e preto e cujo maior ícone dos nossos tempos, como dissemos ali em cima, é a cantora Avril Lavigne.



Estampas permitidas, dentro do trio preto/branco/pink: zebrinha, quadriculado, listrinhas, xadrez. Também são característicos do estilo saias com babados, meias 5/8, caveirinhas (fofas ou não), estrelinhas, acessórios como pulseiras e braceletes de couro pink com tachas e pinos, tiarinhas de princesa, etc.

A intenção é acrescentar um pouco de feminilidade sem perder o estilo e a atitude rebelde do punk,  questionando o que convencionou-se chamar "feminilidade" e ao mesmo tempo reafirmando a força e a rebeldia da mulher moderna, emancipada. E óbvio que sua mochila Risca® não vai ficar fora dessa história, né? Aliás, ela tem tudo a ver!


Se inspirou? Conte-nos qual seu estilo!